Diário de Obras

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O CECI lança mais uma ficha das Boas Práticas apresentando a técnica tradicional da escaiola. Trata-se de uma invenção feita no século 17 a partir da manipulação do gesso para imitar as mais belas pedras ornamentais..
Essa Ficha Técnica de Boas Práticas da Gestão de Restauro apresenta os procedimentos para a produção da escaiola, revestimento especial usado em paredes e demais componentes artísticos aplicados ou integrados na edificação. O objetivo é desvelar o segredo dessa técnica antiga e sofisticada de imitação das pedras ornamentais como o jaspe com suas nuances de cor e formas.
Visa estimular o “renascimento” da técnica do mármore-estuque ou escaiola junto aos arquitetos, artistas, estucadores e artesãos como uma alternativa na decoração de ambientes da arquitetura contemporânea. No âmbito da conservação do patrimônio cultural construído, fornece aos conservadores a possibilidade de intervenções seguras com base nas técnicas tradicionais da construção.
É possível fazer ressurgir no âmbito da arquitetura contemporânea a utilização do mármore artificial. Algumas razões podem ser elencadas: a possibilidade de acabamento com tipos de mármores raros cujas perfeições tornam impossível ao leigo distinguir ser uma pedra artificial; os preços muito elevados das pedras e mármores raros;  a possibilidade de a escaiola ser moldada em qualquer forma, algumas impossíveis para as pedras verdadeiras; o custo acessível a grande maioria dos apreciadores de designer e revestimentos em mármore.
Boas práticas!
Jorge Eduardo Lucena Tinoco, arquiteto
diario_obrasMais uma ficha das Boas Práticas é lançada pelo CECI. O Diário de Obras ou Livro de Ocorrências.
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Também denominado de Livro de Ordem, trata-se do documento onde se registram todos os atos e fatos ocorridos durante as obras e os serviços de manutenção, construção, reforma e restauração de edificações de valor cultural.
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O Diário de Obras é considerado uma boa prática para os registros fundamentais à memória das obras e serviços em edificações históricas e artísticas.
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Embora na atualidade existam formulários e cadernos impressos para os registros sintéticos dos serviços das obras, aconselha-se que o Diário de Obras seja redigido no canteiro de obras ao final do dia. Existe a prática de digitalização dos textos dos formulários, dos relatórios e imagens para a produção de um Diário de Obras que mais se assemelha às publicações de luxo sobre história e arquitetura. Sem desmerecer tais trabalhos, o CECI recomenda como boas práticas a redação manuscrita.
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O Diário de Obras manuscrito é uma maneira prudente de assegurar que as anotações reflitam de forma completa, acurada e objetiva os fatos, sem que, por omissão, pela má redação ou por desconhecimento, venham a distorcer os fatos ou, indevidamente, aditar o contrato modificando a alocação de responsabilidades entre as partes. (1)
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Boas práticas!
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Jorge Eduardo Lucena Tinoco, arquiteto
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(1) BATISTA, L. O. in Intervenientes e registros obrigatórios em serviços e obras de engenharia: a perspectiva da ABNT. Disponível em: http://www.baptista.com.br/news/Texto.aspx?Texto=583.
 

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